Proposta pede linhas de ônibus e vans circulando dentro da Mumbuca

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Indicação apresentada na Câmara sugere criação de transporte coletivo interno no bairro; itinerários e frequência ainda dependeriam de estudos da Prefeitura e da EPT

O bairro da Mumbuca poderá ganhar novas opções de transporte coletivo para deslocamentos internos. Uma indicação apresentada na Câmara Municipal de Maricá pede a implantação de serviço de ônibus e vans circulando dentro do próprio bairro.

A Indicação nº 1840/2026 é de autoria do vereador Marcus Bambam e foi incluída na pauta da sessão desta terça-feira (22). O texto solicita ao Poder Executivo a adoção das providências necessárias para criar o serviço, mas não apresenta itinerários, número de veículos, pontos de parada ou frequência das viagens.

A proposta busca atender deslocamentos de menor distância dentro da Mumbuca, conectando diferentes áreas do bairro ao restante da rede municipal de transporte.

Vans passaram por reformulação em 2026

O sistema de vans de Maricá passou a operar integralmente no modelo Tarifa Zero no início deste ano e recebeu novas rotas ao longo dos primeiros meses.

Em março, quando anunciou uma expansão da operação, a Prefeitura informou que o sistema possuía 59 veículos distribuídos em 24 linhas, funcionando de forma complementar aos ônibus Vermelhinhos e conectando regiões que não eram diretamente atendidas pelas linhas convencionais.

Naquela ampliação foram criadas as linhas Centro x Caboclo, via Ubatiba, e Barroco x Inoã, via Minha Casa Minha Vida de Itaipuaçu. O itinerário Centro x Guaratiba, via Boqueirão, também foi ampliado para atender a Divinéia. Os números representam a situação divulgada pela Prefeitura em março e podem ter sofrido alterações desde então.

Como poderia funcionar na Mumbuca?

A indicação apresentada na Câmara não propõe uma linha específica. Também não estabelece se o atendimento seria realizado por novos veículos ou por alterações em itinerários existentes.

Caso a proposta seja acolhida pelo Executivo, a EPT deverá avaliar tecnicamente a demanda, os principais polos de embarque, integração com outras linhas e a viabilidade operacional do atendimento.

Entre os pontos que poderão ser considerados estão regiões residenciais mais afastadas dos corredores principais, conexão com o Centro, unidades de saúde, escolas e outros equipamentos públicos.

Por enquanto, não há anúncio de nova linha nem data para início da operação. A medida apresentada na Câmara é uma solicitação para que o município estude e implante o serviço.

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